Lançamento do Relatório ESG marca nova etapa da TransJordano
Recentemente, escrevemos um artigo para o LinkedIn sobre por que a sustentabilidade deixará de ser discurso e se tornará sobrevivência no Transporte Rodoviário de Cargas a partir deste ano de 2026. Naquele artigo, destaquei que o setor vive uma transição silenciosa, porém profunda, impulsionada por novos marcos regulatórios, como a Lei 15.042, e por uma exigência crescente de transparência, governança e responsabilidade ambiental. Hoje, dou um passo além dessa reflexão teórica e compartilho como essa visão se transforma em prática.
Nesta semana, realizamos oficialmente o lançamento do Relatório ESG 2025 da TransJordano e, para nós, esse momento é a materialização do entendimento de que sustentabilidade não é intenção futura, é gestão presente. Não se trata de aderir a uma tendência, mas de estruturar, medir e comunicar aquilo que já faz parte da nossa cultura e da nossa forma de operar.
Nesta semana, realizamos
oficialmente o lançamento do Relatório ESG 2025 da TransJordano e, para nós,
esse momento é a materialização do entendimento de que sustentabilidade não é
intenção futura, é gestão presente. Não se trata de aderir a uma tendência, mas
de estruturar, medir e comunicar aquilo que já faz parte da nossa cultura e da
nossa forma de operar.
Os dados mostram que esse caminho é
irreversível. Estima-se que os investimentos globais em ativos alinhados a
critérios ESG alcançaram US$ 53 trilhões até o final de 2025. No Brasil, mais
de 70% das empresas já incorporaram práticas de sustentabilidade às suas
estratégias e operações. Esses números reforçam para o TRC que competitividade
e responsabilidade caminham juntas.
Ao lançar nosso Relatório ESG,
assumimos publicamente um compromisso com a transparência. Consolidamos
resultados, indicadores e práticas nas dimensões ambiental, social e de
governança, em um setor que ainda dá seus primeiros passos na divulgação estruturada
desse tipo de informação. Para nós, esse movimento representa maturidade e
também pioneirismo.
Quando falamos de ESG, estamos dando
destaque para decisões cotidianas. Um dos dados da TransJordano que mais traduz
essa lógica é o marco de oito anos consecutivos sem acidentes de alto
potencial. Esse resultado não é acaso e reflete investimento em prevenção,
treinamento, tecnologia, telemetria e, principalmente, uma cultura que coloca a
segurança e a vida no centro das prioridades.
O relatório também evidencia a
solidez da nossa governança, sustentada por certificações como ISO 39001, ISO
9001 e SASSMAQ, além de políticas estruturadas de compliance, proteção de dados
e canais de escuta. Governança, no TRC, é o que garante coerência entre
discurso e prática e o que prepara as empresas para um ambiente regulatório
cada vez mais exigente.
Na dimensão ambiental, avançamos de
forma consistente e responsável. Hoje, 99% da frota da TransJordano é composta
por veículos Euro 5 e Euro 6, monitoramos e mensuramos emissões de gases de
efeito estufa há oito anos e, mesmo com um crescimento superior a 50% nos
quilômetros rodados, conseguimos reduzir em 5,6% as emissões por quilômetro
rodado desde 2020. Também somos 100% monitorados pelo Programa Despoluir e
avançamos em práticas de economia circular, como o reaproveitamento de pneus,
uniformes e materiais operacionais.
O pilar social segue como eixo
central da nossa atuação. Iniciativas como o Saúde em Movimento, que já
impactou milhares de pessoas, campanhas de multivacinação com mais de 3.500
crianças vacinadas, programas de mindfulness que somam mais de 1.100 horas de
treinamento em saúde mental, além de ações de proteção à infância nas rodovias,
refletem nosso compromisso com o cuidado integral das pessoas. Avançamos também
na diversidade, com crescimento contínuo da presença feminina, tanto no quadro
administrativo quanto na operação, por meio de programas estruturados como o
Jordanetes.
O Relatório ESG 2025 não fala apenas
do nosso momento atual e projeta os próximos passos da TransJordano. Assumimos
compromissos claros com a ampliação do uso de combustíveis alternativos, como
GNV e biometano, metas de energia renovável, gestão hídrica, simulados anuais
de emergência, treinamentos em simuladores de direção, adesão ao Pacto Global
da ONU e fortalecimento contínuo da governança.
Se antes a discussão era sobre porque o ESG se tornaria critério de sobrevivência no TRC, hoje a pergunta é
outra: como transformar essa agenda em ação concreta. Para nós, o relatório é
uma resposta clara. ESG não é discurso, é gestão e seguirá sendo parte
essencial da nossa estratégia para um setor mais seguro, responsável e
preparado para o futuro.
